Pensando solitariamente
Das coisas que nos passam
Da vida solitária na qual não pertenço
Da solidão que hoje procuro
Dos fatos de tudo que estão escuros
Vida vazia tal que procuro
Dos sentimentos eu nela eu me escondo
Das vidas que nela não me pertenciam
Na vida que não procurava, e sozinho eu as encontrava
Das felicidades que nela pertencias
Recobre sobre mim as lagrimas estarrecidas
Das maiores felicidades que minha mão não pode tocar
De que adianta a olhar e não poder guardar
De que adianta poder guardar, e não poder cuidar
Pra que cuidar se não poderei amar
No mundo na qual procuro
Dos sentimentos na qual eu fujo
Do mundo em que me debruço
Dos sentimentos que jamais vou encontrar
Na certeza das lagrimas jamais vou derramar

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