segunda-feira, 23 de maio de 2011




olhando para o azul do ceu
das brancas nuvens que me sombreiam
das arvores que balançam naturalmente
dos ventos que cantam a musica
dos passaros a bailar

meus olhos que enxergam
me fascinam, de rara beleza
de uma simples certeza
encontrada no voar de uma borboleta

da infancia raramente percebida
de risadas e gargalhadas
das coisas que não me faz graça
de correria a brincadeira
na qual naum existe tristeza

voltado pra debaixo de uma arvore
penso sozinho, do mundo que vivo
da tristeza que em mim retinha
abro os olhos e vejo
que sou feliz e não sabia

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